Palestra: o reumatismo em questão
O reumatismo é um conjunto de doenças que pode comprometer as articulações, os músculos, os tendões e demais componentes do aparelho locomotor, tendo como sintomas a dor, o inchaço e a restrição do movimento. No Brasil, essas doenças afetam cerca de 12 milhões de pessoas, segundo informações do Ministério da Saúde. Mas apesar da alta incidência, muitas são as dúvidas que cercam o tema.
Diante desse cenário, a Gerência Estadual da Assefaz no Rio de Janeiro promove, nesta terça-feira (24), às 10h, a palestra “Reumatismo”. No auditório da GE/RJ, o especialista no assunto, Dr. Haim Maleh, destacará os tipos de reumatismo mais comuns – como artrose, osteoporose e tendinites –, além de fornecer informações sobre diagnóstico, tratamento, novas opções terapêuticas e prevenção.
Para o médico, a importância de tudo isso é “mostrar aos beneficiários da Assefaz que podemos tratar tais patologias, ter qualidade de vida e, principalmente, que podemos viver bem e sem dor, ao contrário do que muitos pensam.”
Sobre o reumatismo
As doenças reumáticas, que englobam cerca de 100 enfermidades, estão entre as principais causas de incapacidade física e afastamento temporário ou definitivo do trabalho.
Nas pessoas com mais idade, o tipo mais comum da doença é a artrose, um processo doloroso que acomete principalmente as articulações do joelho, do fêmur com o quadril, da coluna cervical e lombar, a última articulação dos dedos das mãos e se transforma em um fator limitante que compromete a qualidade de vida.
A artrose é um desgaste da articulação que aparece com a idade. Raramente uma pessoa tem artrose aos 20 anos. No entanto, depois dos 70 anos, mais de 50% das pessoas são portadoras desse distúrbio.
Serviços:
Palestrante: Dr. Haim Cesar Maleh (Especialista em Reumatologia e Fisiatria- Medicina Física e Reabilitação)
Data: 24/4 (terça)
Horário: 10h
Local: Auditório da GE/RJ.
Av. Almirante Barroso, nº 90, 3º andar – Centro. Rio de Janeiro RJ
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Prefeitura do Rio de Janeiro institui a Semana de Prevenção de Queda nos Idosos
CREB atua há anos nessa área por meio do CREB Prevrefrat O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, sancionou o projeto de lei 815/2018, do vereador Otoni de Paula, instituindo a Semana de Prevenção de Queda dos Idosos no calendário oficial da c...
CREB atua há anos nessa área por meio do CREB Prevrefrat
O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, sancionou o projeto de lei 815/2018, do vereador Otoni de Paula, instituindo a Semana de Prevenção de Queda dos Idosos no calendário oficial da cidade. O evento acontecerá anualmente, de 24 a 30 de junho, quando todos os esforços estarão voltados para divulgar o tema, de grande alcance social. O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – se sente recompensado e parte dessa conquista, pois há anos divulga essa questão e mantém o CREB Prevrefrat (Programa de Prevenção a Refraturas), criado com a finalidade de ajudar a evitar fraturas de pessoas com osteoporose que tiveram fratura ou que estejam com elevado risco. O programa é, inclusive, chancelado pelo ANS (Agência Nacional de Saúde).
- O Prevrefrat consiste em diagnosticar adequadamente a causa da fratura por fragilidade, estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar. Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. A causa mais frequente de fragilidade óssea é uma doença chamada osteoporose. Um paciente com fratura por baixo trauma tem quase quatro vezes maior risco para fraturas futuras. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado. Os Programas de Prevenção a Refraturas, como o nosso, mostraram ser a ferramenta mais eficaz – explica o Dr. Bernardo Stolnick, ortopedista do CREB e coordenador do CREB Prevrefrat.
Vale pontuar que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) prevê que a população idosa do Brasil irá triplicar em 40 anos. Estatísticas apontam que a nossa população idosa sofre pelo menos 4,35 milhões de quedas ao ano. Desse total, apontam os estudos, cerca de 2.175 milhões (50%) resultam em algum tipo de lesão, das quais 10% (217 mil) são lesões graves. Além de representar importante causa de mortalidade entre adultos, jovens e idosos, as quedas levam um maior risco de declínio da independência funcional e aumento da necessidade de hospitalização e de institucionalização, onerando os serviços de saúde.
- Trata-se de um problema muito sério. O CREB Prevrefrat existe justamente por conta disso, porque é preciso ter um olhar muito apurado e tomar uma série de medidas para evitar a refratura. É o que temos feito, com muito sucesso – finaliza ele.
Saiba mais sobre a Incontinência urinária
Doença que atinge cerca de 5% dos homens após a retirada da próstata, 35% das mulheres durante o climatério, além de grávidas, mulheres no pós-parto e idosos
O que é a incontinência urinária?
A incontinência urinária é caracterizada pela perda involuntária da urina. Tal situação pode ocorrer em ocasiões cotidianas, como durante uma tosse, um espirro ou durante algum esforço físico, já que tais atividades faz pressão interna nos órgãos abdominais. Em casos mais extremos, a urina sai sem qualquer tipo de esforço da pessoa acometida.
Causas da incontinência urinária
A causa mais comum é o enfraquecimento dos músculos da bexiga, responsáveis pelo controle da micção ou por uma hiperatividade da bexiga.
Quando as pessoas acometidas não conseguem esvaziar plenamente a bexiga pode acontecer a incontinência urinária por transbordamento. São pequenos e frequentes escapes de urina, o que resulta em uma grande perda ao longo do dia. É comum, aponta a Barbara Lopes, fisioterapeuta especializada em reabilitação urogenital do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, acontecer em homens com obstrução infra vesical, isto é, nos pacientes que tem uma obstrução à saída de urina, causada pelo aumento da próstata.
Problemas causados pela incontinência urinária
A incontinência urinária pode trazer vários problemas. A pielonefrite, por exemplo, são infecções que se não tratadas podem chegar aos rins e provocar uma infecção generalizada. Também pode provocar problemas na pele: quem sofre da doença pode ficar em contato com a urina por um longo tempo.
Vale lembrar que a urina tem compostos tóxicos e irritativos para a nossa pele. Outra questão muito séria é o comprometimento social. Muitos pacientes não conseguem controlar a micção e, por isso, deixam de fazer atividades fora de casa, prejudicando o convívio social.
A boa notícia é que a doença tem tratamento, que no CREB, que tem um setor especializado no assunto, é individualizado.
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